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16 de jun. de 2015

Controle de roedores e o efeito bumerangue

Um dos desafios para a execução de um controle de roedores efetivo é o combate ao chamado efeito bumerangue. Muitas pessoas, por desconhecerem o efeito bumerangue e tentarem resolver seu problema de roedores de maneira caseira, acabam por aumentar a população de roedores em seu ambiente. Mas como é possível que aumentemos uma população de ratos ao matarmos alguns indivíduos de uma colônia que está infestando nossa empresa ou residência?

Vamos dar um exemplo de Efeito Bumerangue: em uma colônia com 10 ratos adultos, o aparecimento do 11º rato inicia o canibalismo (filhotes são comidos pelos adultos). Isso porque o ambiente dispõe de recursos suficientes apenas para 10 ratos, logo é necessária a eliminação do 11º para não colocar os demais em risco. As fêmeas, então, diminuem sua freqüência de cio e dão luz a ninhadas menores (as quais também são canibalizadas para que a população não aumente). Somente com a ocorrência da morte de 1 dos 10 ratos dessa colônia é que a vaga é preenchida por algum filhote. Dessa forma, a colônia auto regula-se de acordo com os recursos que dispõe para seu sustento.


Caso o homem intervenha nesse equilíbrio e consiga eliminar 4 ratos dessa colônia, por exemplo, as fêmeas poderão gerar 20 filhotes (fêmeas de roedores dão grandes ninhadas), que vão se alimentar da comida dos 4 adultos eliminados. Haverá competição direta entre esses 20 filhotes pelas 4 vagas em aberto na colônia. Os 4 mais fortes tentam eliminar os 16 outros jovens mais fracos, porém esses 16 já não são mais tão desprotegidos nem tão inábeis e, assim, salvam suas vidas fugindo do território e vão habitar áreas próximas, estabelecendo novas colônias. Dessa forma, ao invés da colônia anterior de 10 indivíduos, nos deparamos com duas colônias que totalizam 26 ratos. Ou seja, mais que o dobro do problema inicial, apenas por não ter tido uma atuação correta para a solução da infestação de roedores.


Bom, e qual a solução correta então para um tratamento efetivo contra roedores?

Primeiro de tudo, precisa-se evitar a eliminação de um ou outro indivíduo de maneira isolada, pois isto despertará na colônia a necessidade de reposição de indivíduos conforme vimos acima. Para isso, empresas profissionais de controle de pragas utilizam produtos raticidas especiais que não matam instantaneamente os roedores que o consomem.

Portanto, neste intervalo de tempo entre um e outro roedor que consome a isca raticida, os filhotes também acabam por se alimentar das iscas raticidas e, assim, não sobrevivem para originar novas colônias. Para garantir que toda a população tenha acesso ao raticida, as aplicações são feitas com pelo menos algum intervalo de uma/duas semanas entre elas.

10 de jul. de 2013

Dedetização ou desinsetização?

O DDT (sigla para Dicloro-Difenil-Tricloroetano) foi o primeiro inseticida moderno. Após a sua introdução e amplo uso doméstico, a ação de desinsetizar também passou a ser chamada de "dedetizar" ou "dedetização". Com o tempo, porém, o uso do DDT foi descontinuado, sendo o mesmo substituído por produtos mais modernos e novas técnicas de aplicação e controle de ambientes. Portanto, ao falar "dedetização" o que estamos querendo dizer na verdade é "desinsetização".

Uma das principais técnicas e a mais utilizada nos dias atuais é o conceito de Controle Integrado de Pragas (CIP) ou Manejo Integrado de Pragas (MIP).  Através desta técnica, objetiva-se minimizar gradativamente a utilização de agentes químicos agressivos ao meio ambiente, bem como reduzir perdas patrimoniais e financeiras causadas pela ação de pragas infestantes.

Com o CIP, o prestador de serviços de controle de pragas atende premissas básicas como identificação das pragas, decisão do método de controle e comunicação com o cliente realizadas através de Procedimento Operacional Padrão (POP), de Relatórios Técnicos e Palestras sensibilizadoras para as ações profiláticas. O comprometimento do público interno é de vital importância para a eficácia do processo, seja nos cuidados com a higiene ambiental, como em eventuais modificações de estrutura que possam ser sugeridas pelo APCCIP (Análise dos Pontos Críticos do Controle Integrado de Pragas).

Então, na hora de escolher a empresa para fazer o serviço em sua casa ou empresa, procure saber como ela trabalha. Quer ela seja a nossa empresa (Unicontrol) ou qualquer outra empresa do mercado, ter este cuidado lhe ajudará a utilizar seu dinheiro de forma mais eficiente na resolução de seus problemas com pragas urbanas.

Lembre-se, assim como remédios que compramos em farmácias, os produtos químicos de controle de pragas são venenos. A aplicação e a dosagem de remédios e produtos, se não forem feitas de maneira correta, podem resultar em completo fracasso dos tratamentos e até mesmo intoxicação de pessoas, animais e ambiente.

Quer conhecer melhor a nossa empresa? Acesse: www.unicontrol.net.br